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“Diga quem é!”: Deputado Antonio Albuquerque desafia advogada que afirmou que “vitinho” estaria escondido em terras de políticos em Alagoas

O deputado estadual Antônio Albuquerque se pronunciou na Assembleia Legislativa durante sessão desta terça-feira (28) sobre acusações envolvendo a suposta proteção a um acusado de estupro em Coité do Noia. O caso ganhou repercussão após a advogada Júlia Nunes afirmar, no dia 28 de janeiro de 2026, que o suspeito estaria escondido em terras pertencentes a um político alagoano.Segundo Júlia Nunes, o acusado, Victor Bruno da Silva Santos, de 18 anos, estaria em uma propriedade ligada a um parlamentar, informação que, de acordo com ela, foi repassada por uma “fonte segura” e comunicada às autoridades. O caso já tramita na Justiça, que decretou a prisão preventiva do jovem, considerado foragido desde março de 2025, enquanto forças de segurança intensificam as buscas.Durante o discurso, Antônio Albuquerque afirmou estar profundamente incomodado com as insinuações e criticou a postura adotada nas redes sociais. “Isso tem me incomodado profundamente. Sou pai, avô e não admito que uma advogada use rede social para fazer insinuações contra esta Casa”, declarou, negando qualquer envolvimento nas acusações.O parlamentar também fez duras críticas ao que classificou como uso político do caso e defendeu punições severas para crimes de estupro. Ele ressaltou que as acusações não citam nomes, o que, segundo ele, acaba levantando suspeitas generalizadas e prejudicando a honra de outros deputados.”Estão querendo tirar proveito criminoso, praticando um crime contra a honra de cidadãos que podem ter o seu nome ventilado nos bastidores ou nas conversas de pé de ouvido aqui ou ali, porque essa senhora ou essas pessoas que falam que há um deputado protegendo um estuprador, ela não declina nome”, disse Antonio.Por fim, o deputado informou que já acionou a Polícia Federal e a Polícia Civil de Alagoas, solicitando que seja identificada a autoridade mencionada nas declarações. Ele afirmou ter protocolado ofícios cobrando providências e criticou o silêncio das autoridades diante da gravidade das acusações.

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