No dia 1º de maio, Fernando Collor de Mello completou um ano de prisão domiciliar. Na rotina, mantém um cotidiano silencioso e quase nunca vê seu nome circulando nas mídias tradicionais, digitais ou alternativas.Um dia-a-dia totalmente diferente de quatro anos atrás, onde tinha o mandato de senador e estava na disputa pelo governo de Alagoas. Além disso, era o principal aliado de Jair Bolsonaro, à época presidente do Brasil e em campanha visando a reeleição. Hoje, longe dos holofotes políticos e a relevância de outrora.Durante o período, o ex-presidente e ex-senador recebeu 24 visitas autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em seu apartamento em frente à Praia de Jatiúca, região nobre de Maceió.Dentre elas, segundo reportagem da Folha de São Paulo, apenas três políticos: o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), o presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Marcelo Victor (MDB), e o pai dele, o ex-deputado estadual Gervásio Raimundo.Porém, seu nome já vinha perdido força no meio político quando ainda estava no poder e foi soterrado com a condenação em meio do contexto da Operação Lava Jato.Sentenciado a 8 anos e 10 meses em regime fechado por receber propina de um esquema de corrupção na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobrás, o ex-presidente foi transferido para a prisão domiciliar após decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes. A medida foi adotada pelo fato de Collor ser idoso e sofrer da doença de Parkinson.






