Na publicação, Nikolas afirma que a caminhada não é “uma bala de prata” para resolver os problemas do Brasil, mas um gesto de consciência e de alerta. Ele defende que a liberdade deve ser exercida e protegida “de pé”, e não “de joelhos”, e sustenta que símbolos têm força para despertar a sociedade. O deputado também garante que a mobilização será ordeira, sem intenção de promover crimes ou desordem, ressaltando o direito constitucional de ir e vir e de manifestação.
Ao longo do texto, o parlamentar menciona os presos relacionados aos atos de 8 de janeiro, afirmando que muitos teriam sido submetidos a abusos processuais e violações de garantias fundamentais. Nikolas cita ainda o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros investigados, dizendo que a iniciativa busca demonstrar solidariedade e denunciar o que considera prisões injustas e perseguição a opositores políticos.
Por fim, o deputado afirma que a caminhada representa um chamado à consciência nacional e defende mudanças no Congresso, incluindo a derrubada do veto relacionado à dosimetria das penas.






