Um relatório elaborado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos afirma que haveria no Brasil um suposto “sistema de censura” que teria limitado conteúdos favoráveis ao presidente Donald Trump em redes sociais. O documento levanta preocupações sobre decisões consideradas arbitrárias por parte do ministro Alexandre de Moraes e outros integrantes do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o texto, autoridades brasileiras teriam solicitado a empresas de tecnologia, como a plataforma X, a remoção de publicações que elogiavam Trump e criticavam o ex-presidente Joe Biden, além de conteúdos envolvendo a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). O relatório destaca que essas ações fariam parte de um padrão de intervenção sobre conteúdos políticos.
Divulgado no início de abril, o estudo tem como finalidade subsidiar discussões no Congresso norte-americano, especialmente sobre liberdade de expressão e a atuação de governos estrangeiros na regulação de plataformas digitais. O material pode servir de base para futuras iniciativas legislativas ou diplomáticas relacionadas ao tema.






