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Ufal cria cotas para pessoas travestis, transexuais, transgênero e não binários e garante vagas em todos os cursos de graduação

INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO

Nova política da Ufal reserva 2% das vagas para pessoas trans e começa a valer no segundo semestre de 2026

A Universidade Federal de Alagoas aprovou uma nova política de cotas para pessoas trans nos cursos de graduação da instituição. A decisão foi tomada pelo Conselho Universitário (Consuni) e começa a valer a partir do segundo semestre de 2026.A medida garante a reserva mínima de 2% das vagas em cada curso para pessoas travestis, transexuais, transgênero, não binárias e outras identidades de gênero. Segundo a universidade, a proposta busca ampliar a inclusão e combater preconceitos dentro do ambiente acadêmico.De acordo com o reitor Josealdo Tonholo, a nova política não tira vagas da ampla concorrência. Ele explicou que as vagas para pessoas trans serão incluídas dentro do sistema de cotas já existente para estudantes da rede pública.O ingresso será feito por meio de um processo seletivo próprio em 2026. Já a partir de 2027, as vagas devem entrar no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A universidade também informou que irá oferecer apoio psicológico, social e de saúde para os estudantes que ingressarem por meio da política afirmativa.Segundo a Ufal, mais de 40 universidades públicas do Brasil já adotam políticas semelhantes voltadas para a inclusão de pessoas trans no ensino superior.

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