Neste domingo (1°), durante ato da direita realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, o pastor Silas Malafaia fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em discurso, Malafaia questionou a condução do inquérito das fake news, classificando o procedimento como “imoral e ilegal” e afirmando haver uma “desmoralização” da Corte.
Segundo ele, a investigação teria sido instaurada para proteger ministros do STF. “A partir desse inquérito, Moraes institui o crime de opinião no Estado Democrático de Direito. “É uma vergonha, um absurdo”, declarou.
O pastor também mencionou suposto contrato envolvendo a esposa do ministro com o Banco Master. Ele afirmou que o acordo seria no valor de R$ 129 milhões e classificou a situação como “corrupção deslavada”, sugerindo compra de influência.
Durante a manifestação, Malafaia ainda criticou a decisão de Moraes de abrir investigação para apurar o vazamento de dados sigilosos de ministros da Corte. Para ele, a responsabilidade pela abertura do inquérito deveria ser do presidente do STF, o ministro Edson Fachin.
O ato reuniu lideranças políticas, parlamentares e pré-candidatos à Presidência da República. As mobilizações ocorreram em mais de 20 cidades ao longo do dia, dentro do movimento denominado “Acorda Brasil”.
Em movimento “Acorda Brasil” na Paulista, Malafaia diz que inquérito das fake News é “imoral e ilegal”






